Viva la vida.

Belém, PA, Brazil

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Desculpe-me, amor bandido.


Querido amor, perdoe-me por certas vezes te-lo feito chorar, sofrer. 
Me perdoe mesmo, de coração. 
Acontece que outras vezes, você também me machucou sem saber, me fez chorar, me fez sofrer. Tudo bem amor, calma. Eu posso lhe entender, mas espero que você também me entenda.
Sabe amor, ultimamente, tenho refletido muito sobre você. Sei que você existe de várias formas e tipos, mas tem um que mais machuca. É aquele que você consegue fazer as pessoas terem sintomas estranhos quando vêem as outras. Sabe do que tô falando, né? Pois então, esse mesmo, querido amor. 
Foi esse que você me passou uma certa vez. E, infelizmente, desde então, comecei a despresar-te, maltratar-te. Ás vezes, até me arrependo, sabe!? É que tem pessoas que não sabem usar-te, amor. Fazem de você um monstro, quando na verdade o monstro são eles que judiam de ti. Um dia, alguém me disse que te sentia por mim. Logo de cara não acreditei, mas com o tempo esse alguém foi fazendo com que minha certeza começasse a existir. Mas tudo bem, eu acredito agora! Sei que existem pessoas que sabem usar-te. 
Mas amor, acontece que no momento, eu não quero te aceitar. Me perdoe mesmo, e que me perdoe também quem te sente por mim, pois eu estou de corpo, alma, e coração fechado para ti (da forma que você passa sentimentos estranhos). Mas de outra forma, te aceito muito bem! Quero te ter cada vez mais na minha vida, amorzinho querido.
Só gostaria de dizer: Amor bandido, não fiques magoado com meu despreso. Vá sorrir, e seja feliz de qualquer forma, assim como eu tentei ser, quando você despedaçou seu próprio abitat: meu pobre coração. Perdoe-me mais uma vez, amor!

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